Espaços vivos de Lousada: cinco anos a dar nova cor (e sentido) ao verde

LUÍS GUILHERME SOUSA, DANIELA BARBOSA, RICARDO NOGUEIRA MARTINS, ANA MARIA PEREIRA, PEDRO SÁ, MANUEL NUNES

A preocupação com a perda de biodiversidade levou a União Europeia a aprovar a Lei do Restauro da Natureza (2024), com metas para 2030 e 2050. Portugal já está a elaborar o seu plano nacional, priorizando áreas críticas, como os insetos polinizadores – essenciais à segurança alimentar – e os espaços verdes urbanos, vitais para a saúde pública. Antecipando-se a estas políticas em uma década, o Município de Lousada implementou, em 2014, a sua Estratégia Municipal para a Sustentabilidade. Uma das principais medidas foi a transição para uma gestão mais económica, biodiversa e resiliente dos espaços verdes, face às alterações climáticas. Com o forte envolvimento da comunidade, o município tornou-se um modelo nacional de boas práticas, inspirando outros concelhos. Adicionalmente, a monitorização científica nestes locais revelou a sua importância para a conservação, tendo-se registado várias espécies de fauna e flora novas para a região.

 

 

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